Gestão em saúde: tipos de capitais

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Atualmente as organizações tem trabalhado diversos tipos de capitais. Este novo modelo permite que os gestores tomem suas decisões não apenas com foco financeiro, mas também de acordo com o valor próprio dessas novas moedas. Talvez não seja fácil identificar o reflexo imediato no fluxo de caixa, mas ao longo do tempo será um diferencial competitivo.

Capital Financeiro: representa os investimentos ou ativos operacionais necessários para a realização da atividade operacional.

Capital Manufaturado: representa os bens tangíveis.

Capital Intelectual: representado pela base de conhecimento em posse da empresa e a capacidade de sua estrutura organizacional em saber mantê-lo e expandi-lo.

Capital Humano: é representado pelo conjunto de competências, capacidades, experiências e motivações dos colaboradores para buscar melhorias contínuas na atividade operacional e é necessário esforço permanente em sua renovação.

Capital Social e de Relacionamento: abrange as instituições e relações estabelecidas dentro e fora da empresa, com todos os stakeholders, e é alimentado pela ética e transparência e pelo sentimento de bem-estar coletivo e individual, inclusive para com gerações futuras; representa a reputação da empresa.

Capital Natural: é representado pelo conjunto recursos da natureza de posse da empresa ou pelos bens difusos sob sua responsabilidade e que mantém a perenidade de todos os demais tipos de capital.

Muitas organizações de saúde se esforçam para incorporar a sustentabilidade nas decisões de negócios. A experiência mostra que a sustentabilidade em saúde é um imperativo dos negócios com uma série de benefícios, como redução de custo e melhor retorno sobre o capital, bem-estar dos pacientes e colaboradores e gestão de risco mais eficaz.

A grande maioria desses impactos ocorre fora das operações diretas de organizações de saúde. Eles vêm da aquisição de bens e serviços, tais como, energia, produtos farmacêuticos e equipamentos médicos. Ao compreender a verdadeira extensão desses impactos ao longo da cadeia de valor, organizações de saúde podem elaborar estratégias para gerenciá-los de forma eficaz.