Gestão em Saúde X Relatório de Sustentabilidade

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Os hospitais são responsáveis por 10% da utilização comercial de água e energia no Brasil, segundo o Instituto Green Hospitals. Esse percentual basta para impulsionar gestores a serem agentes protagonistas. Uma empresa que investe em relatório de sustentabilidade tem preferência no interesse de investidores e larga na frente em processos licitatórios.

Os relatórios de sustentabilidade têm potencial para tornarem-se instrumentos de comparação, ano pós ano, estimulando os envolvidos em sua cadeia a adotarem também esta prática. Esses documentos ajudam a identificar riscos ambientais, econômicos e sociais que podem  futuramente prejudicar os negócios. Também são fundamentais para a geração de soluções para problemas como altas emissões de CO2, descarte incorreto de resíduos e desperdícios de água e energia.

Hospitais brasileiros como Einstein e Sírio Libanês, já produzem relatórios há alguns anos. No parecer de 2013, o Sírio Libanês investiu em edifícios verdes, economizando 40% no consumo de energia convencional para aquecimento de água, por meio da utilização conjunta de sistema solar, bomba de calor, gás natural e energia elétrica. Já o Einstein, no ano de 2012, adquiriu dois redutores de resíduos orgânicos, capazes de processar cerca de 800 quilos de lixo por dia, e mais dois equipamentos de autoclave para tratar 3,3 toneladas de resíduos infectantes produzidos diariamente.

Estes são só alguns dos benefícios constatados e ações sinérgicas com os desafios do setor, que só chegam às outras corporações por meio dos relatórios. Não se pode pensar em ter empresas sólidas sem uma abordagem sustentável, pois essa é uma ferramenta cada vez mais necessária para o avanço do mercado.